Plasma rico em plaquetas
PRP: quando pode ser considerado e quais são suas limitações.
O plasma rico em plaquetas é um produto autólogo preparado a partir do sangue periférico do próprio paciente. Sua indicação deve ser individualizada e obedecer às normas médicas e sanitárias em vigor.
A Resolução CFM nº 2.464/2026 regulamenta o PRP como procedimento médico adjuvante em situações específicas, como osteoartrite de joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo meniscal. Essa enumeração define o escopo normativo — não significa que todas essas intervenções sejam oferecidas em todos os consultórios.
O PRP integra as opções terapêuticas utilizadas pelo Dr. César Hinckel e pode ser considerado em casos selecionados, dentro das hipóteses previstas na norma e sempre com indicação adequada.
Antes de qualquer indicação, é necessário diagnóstico, avaliação das contraindicações e discussão das alternativas. O PRP não substitui tratamento clínico, reabilitação, intervenção ou cirurgia quando indicados. Não existe garantia individual de melhora ou de regeneração tecidual.
Perguntas frequentes
Todo paciente com osteoartrite de joelho pode receber PRP?
Não. A indicação exige avaliação individual, considerando quadro clínico, exames, contraindicações e objetivos.
O PRP substitui fisioterapia ou cirurgia?
Não. Sua eventual utilização é adjuvante e não elimina outras medidas indicadas.
PRP é o mesmo que todas as terapias ditas “regenerativas”?
Não. Procedimentos biológicos têm características, evidências e marcos regulatórios distintos.
Conteúdo educativo, elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.464/2026. Não substitui consulta médica.
